Recentemente publiquei um notícia de que o governo quer que as escolas alimentem seus alunos com uma refeição de R$0,30. Não pude esconder a minha indignação, diante de um fato absurdo. Sou educador e sei o quanto as nossas escolas necessitam de estrutura física, profissional, pedagógica e, também, alimentícia. É impossível silenciar diante de tamanho absurdo, pois se existe um setor que mais precisa de atenção, é a educação. A escola além de conviver com tanta precariedade, tem que conviver, também com a cobrança da sociedade e do governo. Mas o que pode ser feito, se não há investimento? Como superar tudo isso, se educação não é prioridade? Os educadores não tem poderes para fazer a multiplicação dos pães. Mas para o preso é diferente. Tem que ser prioridade, tem que ter o conforto, tem que ter o melhor investimento, além de não existir as cobranças. Alguem já viu ou ouviu dizer que o governo e também a sociedade, estão cobrando dos presídios, que os presos devem sair regenerados? Acredito que não. Mas na educação existe a cobrança de bons resultados. Não há motivo para entender tamanha diferença, pois deve-se investir naqueles que tem a possibilidade de ter um bom futuro, investir em educação é, portanto, investir em segurança.
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