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domingo, 31 de janeiro de 2010

O poder das palavras


Queria falar para você sobre o poder da palavra. A palavra do amor, exercitada no cotidiano. Há palavras de amor como: "Seja bem-vindo!"; "Estava com saudade"; "Te amo tanto!"; "Que bom que você está aqui!"... São pequenas palavras de amor, mas que têm o poder de fazer as pessoas melhores.
Palavras de amor na relação entre pais e filhos. Como os jovens e crianças estão carentes dessas palavras; os filhos aprendem com os pais as palavras amorosas, com a pessoa que trabalham em casa, com as gentilezas.
A palavra tem o poder de fazer uma pessoa acreditar nela mesma, fazendo-a recuperar a alegria.
Há também palavras de desamor, as quais são um veneno e trazem a maldição para vida das pessoas.
A palavra que tem poder quando usada com amor também destrói quando é usada com desamor, dizemos coisas que destroem as pessoas. Há palavras de desamor como: "Você não serve para nada!", "Não te perdoo!"; "Eu te odeio!"...
Em alguns lugares é fácil dizer palavras de amor, especialmente quando se deseja impressionar; o desafio é encher-se de palavras de amor e levá-las para os lugares que você vive a maior parte do seu tempo, como o trabalho. Todos os dias você tem o poder de destruir e de construir as pessoas.
Outro tipo de palavra é a palavra de indiferença, que não é nem palavra de amor e nem desamor. Muits vezes, você trabalha em um consultório médico, as pessoas chegam preocupadas e você é indiferente. Cristão não pode ser indiferente! Este é o mal do século, porque as pessoas estão transformando tudo em "Eu", tudo é "Para mim...".
Não existe filho de Deus de segunda categoria; você é filho de Deus de primeira categoria! Você não é pequeno, nem incapaz, mesmo que pessoas tenham dito palavras de desamor para você.
Todos nós somos carentes e não precisamos de palavras de desamor, precisamos de palavras de amor. Dentro de nós, muitas vezes, há uma grande tempestade, mas do meio dessa agitação vem Jesus nos falar palavras de amor. Deus nos cerca com palavras amorosas. Por isso, não use palavras de desamor e de indiferença.
Permita-se ser um espelho de amor, transborde-o [amor] com gestos e palavras; mas para isso você precisa sentir o amor maior, que é o amor de Deus.
Falando sobre o poder da palavra, pegando este mesmo conceito "palavra de amor, de desamor e de indiferença", um grego diz que devemos pensar em três palavras antes dizer algo:
Credibilidade: se eu for um mentiroso as pessoas não vão acreditar em mim. Nós não devemos mentir para ter credibilidade.
Fragilidade: quando uso palavras de amor para chegar ao ponto fraco do outro.
Todos nós temos um ponto fraco, ou seja, o nosso lugar frágil; jamais podemos fazer do ponto fraco do outro motivo de humilhação, pois tudo que humilha o outro não edifica.
Razão: é se preparar para levar a palavra, ter discernimento para saber o que a pessoa precisa ouvir. Pense um pouco na palavra de desamor que você profere: "Não gosto de gente assim!"; "Você não me agrada!"; "Saia daqui!"; "Eu te odeio!"...
Hoje peça aos anjos para retirar de você todas estas palavras negativas e tome mais cuidado com o que vai dizer.
Gabriel Chalita
Fonte: Canção Nova

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

A verdadeira política - Parte III

Continuando a discorrer sobre política, gostaria de levar a uma reflexão. Com certeza você já ouviu falar ou conhece o trabalho realizado pelos sindicatos e pelas organizações não governamentais (ONGs). Muito bem. Existe o sindicato dos trabalhadores rurais, os da educação, dos bancos, das indústrias, enfim, geralmente estão representando algum setor da sociedade e lutando por seus direitos. Por sua vez as ONGs também estão a serviço de alguma causa. Seja a ambiental, contra a violência, a dos direitos humanos, etc.,etc,etc. Como também existem as associações, que muito vem crescendo em todo país. Todas elas tem objetivos e lutas justas para alcançarem seus objetivos e suprir as necessidades que a sociedade tem. Mas porque será que elas surgiram? Certamente porque houveram necessidades. Mas, e os políticos? Não são eles os responsáveis em agir em benefício das pessoas? Não são eles os representantes do povo?
No meu entendimento, estas instituições surgiram porque eles falharam. Porque não cumpriram com as suas obrigações e deixaram o povo a mercê da sorte. Eles é quem deveriam criar leis que garantissem mais segurança, lutar para que as pessoas tenham mais assitência a saúde, uma educação de qualidade, enfim, uma qualidade de vida melhor. Se a sociedade tem carências e tem que se organizar para conseguir supri suas necessidades, então vamos decretar a falência dos políticos. Você não acha?

A verdadeira política -Parte II

Quero iniciar este comentário com a seguinte pergunta: A serviço de quem deveriam estar os políticos? Até parece perseguição da minha parte, mas não é. O que vemos na verdade é que, além da política estar dividida em partidos, também estão divididos em setores. Tem políticos que defendem a educação, outros a agricultura, alguns outros a saúde e tem aqueles que exageram e defendem apenas o grupinho de amigos, no popular "a panelinha". E ai vem a pergunta: Eles não deveriam estar a serviço de todos? Como podem, então,defender setores da sociedade. Se é que pode chamar a panelinha de setor.O que eu quero dizer é que, o certo é que eles defendam os interesses da sociedade, independentemente dos votos que tiveram. Façam o trabalho que lhes foi confiado e não baseado na rua, bairro ou zona rural que lhe deu mais votos. Em um regime democrático, o governo tem que desenvolver a sua política em prol de todos. Deve fazer o seu programa beneficiando a todos. Essa história de político herói que defende isso ou aquilo, é apenas desculpa para a falta de competência. Repito, a atuação deve ser voltada para a comunidade, onde todos devem ser beneficiados. Pensem nisso.

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

A verdadeira política – parte I

Discutir política não é fácil. E quando se trata da politicagem, é pior ainda. Talvez as pessoas sintam dificuldades em falar sobre o assunto ou não gostar do mesmo, porque não conhecem o verdadeiro significado da política. Então, resolvi pesquisar e, desta forma apresentar o verdadeiro sentido da política.
De acordo com a enciclopédia livre, a Wikipédia, a política surge na Grécia clássica. E Vários foram os fatores que deram origem à política. O surgimento da pólis (cidade-estado) é o elemento norteador para que a política fosse criando suas bases no mundo grego, e assim, nas cidades, nascesse a grande preocupação em como administrar bem a pólis. Sendo assim, Aristóteles, através de suas obras "Política" e "Ética a Nicômaco" vai esboçar um novo tipo de política, principalmente por suas idéias de participação popular e por defender que toda boa política deve visar sempre ao bem comum.
Como está citado acima, a política deve visar sempre o bem comum. Mas, não é o que vemos, nem o que ouvimos. A realidade é que a essência da política foi corrompida ao longo da história. Se a mesma fosse levada a sério, não veríamos tanta coisa errada. Se praticassem a verdadeira política, a realidade seria outra. Lembro que quando ela foi criada, tinha como objetivo de escolher representantes do povo ao invés de reunir toda a população para discutir determinados assuntos de interesse público, o que seria inviável. Essa mesma população escolheria entre si os representantes que estariam dispostos a lutar pelo bem comum. É isso o que vemos hoje? O que estamos vendo é que, esses que se dizem representantes do povo, estão falhando com as suas obrigações políticas. Estão corrompidos pelo poder. E, com isso, estão prejudicando a população que fica a mercê de falsas promessas, de discursos falsos e vazios. Muitos entram para a política em benefício próprio, para se promoverem ou usam o cargo político como emprego. Não estão nem aí para a comunidade.
Meus amigos, este ano não é somente o ano da copa do mundo, é também ano de eleições. Por isso que é importante refletir sobre a essência da política. Uma vez entendendo o seu verdadeiro significado, teremos condições de questionar aqueles que somente de quatro em quatro anos lembram que existimos. Se tomarmos consciêcia disso e passarmos a cobrar mais, com certeza a verdadeira política vai existir.